AO VIVO4.2 mil pessoas lendo agora
Por que relacionamentos modernos duram menos?
VidaEM ALTAESCOLHA DA REDAÇÃO

Por que relacionamentos modernos duram menos?

A psicologia por trás da cultura do descartável no amor

Ricardo Torres Barbosa
Ricardo Torres BarbosaPsicólogo e escritor
21 de maio de 20266 min18.7 mil leram
Viralizando agora

Opções infinitas, expectativas altas e pouca tolerância à fricção. A era digital mudou não só como conhecemos pessoas, mas como nos desconectamos delas.

A paradoja da escolha

Quanto mais opções temos, menos satisfeitos ficamos com qualquer uma delas. Em apps de relacionamento, a próxima pessoa pode ser um swipe de distância — e isso cria um ciclo de comparação constante.

Fricção zero, valor zero

Relacionamentos antigos exigiam esforço: cartas, ligações, encontros planejados. Hoje, a comunicação é instantânea e gratuita. E o que é fácil demais, raramente é valorizado.

A cultura do ghosting

Sumir sem explicação se tornou normalizado. Isso evita confronto, mas impede o desenvolvimento de habilidades de comunicação essenciais para relacionamentos duradouros.

Leia também

3 artigos relacionados

Artigos conectados por contexto temático. Quanto mais você lê, mais o OQI entende o que faz sentido pra você.

O que a ciência diz

Pesquisas mostram que casais que passam por dificuldades juntos e as superam desenvolvem laços mais fortes. O problema não é ter problemas — é não ter paciência para resolvê-los.

Conclusão

Relacionamentos duradouros exigem uma coisa que está escassa hoje: paciência. A boa notícia é que paciência é uma habilidade, não um traço de personalidade. Ela pode ser desenvolvida.
Quem escreveu isso
Ricardo Torres Barbosa

Ricardo Torres Barbosa

Equipe Editorial

Psicólogo e escritor. Estuda dinâmicas de relacionamento na era digital.

Tags:
Continue no OQI

Você chegou até aqui. Não pare agora.

Nossos leitores costumam consumir 3 artigos por sessão. Cada um revela algo que realmente importa.

Próximo artigo

Por que relacionamentos modernos duram menos?

Você leu 83% — aproveite e leia mais

Alguém de São Paulo acabou de ler isso

agora